Essa é para o Márcio!
Caro colega Márcio Pires….
Essa é a apresentação sobre Marketing Viral que mencionei. Bom proveito!
Espero que você consiga fazer as cognições entre este conhecimento e o teu promissor negócio, o CoolSMS.
Caro colega Márcio Pires….
Essa é a apresentação sobre Marketing Viral que mencionei. Bom proveito!
Espero que você consiga fazer as cognições entre este conhecimento e o teu promissor negócio, o CoolSMS.
Tá certo, se for pra trabalhar para os outros, que pelo menos seja para os melhores empregadores.
Essa é a lista das 100 melhores da Fortune Magazine para 2007:
A VIVO adotou uma estratégia arriscada ao entrar no mercado brasileiro.
Optou por seguir uma tecnologia bastante superior à das outras existentes por aqui. Técnicamente falando, a tecnologia CDMA permite muito mais segurança, qualidade e expansão do que a TDMA e mesmo da atual GSM (que na verdade ainda é TDMA). É só olhar para a Ásia: tudo lá é CDMA.
Ao fazer isso, ela se isolou. Enquanto as outras operadoras interoperam suas estruturas, a VIVO sempre “paga o pato” quando seus aparelhos ligam ou recem ligações de aparelhos das outras.
Para piorar, com uma implementação de baixa qualidade em termos de serviço, ela praticamente fez sumir o diferencial tecnológico que poderia ser vantajoso.
Ainda assim ela conseguiu ser a primeira do país, dada a ampla cobertura (não disponibilidade) do seu sistema e uma política de preços baixos agressiva (liderança em custo?).
A gota d’água foi o aparecimento da tecnologia GSM que, para um mercado extremamente econômico feito o nosso, mostrou-se ideal. As pessoas aqui não têm celulares para gastar dinheiro. Economizam ao máximo. O que resulta em lucros irrisórios às Empresas de aqui se instalam, frente ao que estas mesmas conseguem em outros países. (essas Empresas realmente não teriam porque virem para cá, não fossem os subsídios concedidos pelo Governo).
Atualmente, a VIVO vem divulgando que pretende “diminuir” o foco na liderança de mercado (é claro, está perdendo) e passar a priorizar a satisfação do mercado, ou seja, melhorar os serviços prestados.
A pergunta que fica, do meu humilde entendimento de estratégia empresarial, é:
Será que somente agora eles perceberam que o que traz liderança num segmento onde o lucro se dá pela massificação da carteira é a qualidade do serviço prestado?
Considero isso, pois o diferencial de preço já está impraticável, e a VIVO já não consegue ser a mais barata para o cliente final, ainda mais agora tendo que manter dois sistemas (CDMA e GSM). Acho que o foco seria nas pessoas que realmente querem gastar com celular, um público mais crítico e de maior poder aquisitivo, mas, não foi sempre esse o interesse? Ou alguém ainda acha que o mercado de pré-pago permite algum lucro?
Enfim, muito ainda se pode discutir sobre este “case” e pretendo continuar buscando novos entendimentos. Conto também com a colaboração de quem quiser comentar este “post”.
Alguns links:

O website Tutor2u.net é uma referência de conteúdo relacionado a negócios, economia, política etc. Tem uma extensa coleção de blogs, notas de estudo, apresentações, testes, discussões e outros recursos que ajudam bastante nos estudos ou como fonte de inspiração para ensino.
Aproveito a oportunidade criada pelo módulo atual do MBA em Gestão Empresarial, de Gestão Estratégica, e indico o link para uma apresentação de Introdução à Estratégia.
Espero que os colegas do curso aproveitem.
Carlos Camargo: (por e-mail)
olha só que idéia boa! Para o governo, que aumenta a arrecadação, e para os consumidores/recolhedores de imposts, que reduzem a carga tributária! Mas, principalmente, para os caras que bolaram o site, que provavelmente ganharam uma considerável taxa pelos serviços!
Os créditos gerados pelo pagamento indireto do ISS são muito superiores ao pagamento do IPTU, para a maioria das pessoas. Logo, os contribuites terão quase garantido o ‘desconto’ de 50% no IPTU e, ainda, têm a oportunidade de ‘ganhos’ vendendo seus créditos adicionais na bolsa criada pelos ‘gênios da informática’. Isso é uso inteligente de ‘tecnologia aplicada’ a serviço da sociedade!
Fonte: Folha de São Paulo - Colaboração do amigo Carlos Camargo, do TRE-SC.
Sistema eletrônico vai intermediar negociação de valores que contribuintes poderão descontar a partir do ano que vem.
Com aval da prefeitura paulistana, site criado por 2 sócios ficará com uma porcentagem de até 4% do valor negociado na Bolsa.
ADRIANA MATTOS
DA REPORTAGEM LOCAL
Entrou em operação nesta semana uma nova Bolsa de negociações criada por dois amigos e jovens empreendedores de São Paulo: Antonio Mouallem e Rodrigo Monzoni, ambos com 30 anos. A chamada Bolsa de IPTU, idéia surgida em julho, durante uma conversa casual entre os dois, tem como objetivo arbitrar sobre o processo de compra e venda de créditos sobre serviços que podem ser descontados do valor do IPTU a partir de 2007.
O negócio surgiu no rastro de uma mudança implementada pela Prefeitura de São Paulo neste ano. Desde 7 de junho, empresas da área de serviços, que pagam o ISS, são obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica em cada operação realizada. A intenção é combater a sonegação. Isso era feito manualmente. Até 1º de novembro, todas as companhias do setor terão de se adaptar ao novo formato.
A questão é que, com essa mudança, a prefeitura permite que o contribuinte use a seu favor parte do valor pago em ISS pela empresa de serviço.
Por exemplo: se o salão de cabeleireiro cobra R$ 100 por um corte, a empresa tem de pagar à prefeitura 5% de ISS sobre o valor, ou seja, R$ 5. O cliente pede a nota ao salão em seu nome, informando o CPF. Dessa forma, ele passa a ser incluído no sistema da prefeitura como tendo um crédito equivalente a 30% sobre os R$ 5 de ISS pagos pela empresa. Para ter esse crédito, é preciso estar cadastrado no site da prefeitura. O crédito (de R$ 1,50) será abatido do valor do próximo IPTU a ser pago pelo cliente. O limite de desconto é de até 50% do IPTU.
A Bolsa vai mediar a negociação desse crédito no mercado -atividade considerada legal pela prefeitura, que foi consultada sobre a questão e procurada ontem pela Folha. “O cliente só precisa se cadastrar no nosso site, abrir uma conta virtual e somar créditos no ano. Quando ele quiser, pode comprar ou vender créditos, mas não pode fazer as duas operações ao mesmo tempo. Não estamos favorecendo a especulação. Queremos transparência na mediação”, diz Mouallem.
Aquele que quiser vender créditos os oferece no site por um valor “X”, e aquele que está interessado em comprá-los buscará a melhor oferta para o bolso. Quem “procura” a melhor proposta para as partes é a Bolsa, que ainda acompanhará a transferência dos valores. A vantagem do primeiro é óbvia: ele vai vender créditos (provavelmente aqueles que sobraram depois de abater do seu IPTU) e fazer caixa com isso. No caso do comprador, a aquisição se dará com deságio. Portanto, também com vantagem financeira. E poderá usar esse crédito para o desconto no IPTU normalmente, diz Monzoni.
Os donos da idéia -surgida durante palestra sobre a nova nota fiscal eletrônica- devem cobrar de 2% a 4% de taxa sobre o valor negociado na Bolsa. A cobrança será feita inicialmente do comprador. “Teremos poucos vendedores agora, e mais compradores. Depois vamos ajustar isso e cobrar das duas pontas”, diz Mouallem.
Os dois dizem se preparar para uma corrida dos concorrentes. Apontam como motivos o fato de estarem em um segmento novo, com baixo investimento (a empresa tem oito funcionários) e expectativa de retorno rápido. Eles esperam que o mercado de créditos gire R$ 120 milhões em 2007. “A vantagem é que começamos na frente”, diz Monzoni.