Posts de Outubro 25th, 2006|Página de posts diários
Bolsa de IPTU negociará créditos em SP
Carlos Camargo: (por e-mail)
olha só que idéia boa! Para o governo, que aumenta a arrecadação, e para os consumidores/recolhedores de imposts, que reduzem a carga tributária! Mas, principalmente, para os caras que bolaram o site, que provavelmente ganharam uma considerável taxa pelos serviços!
Os créditos gerados pelo pagamento indireto do ISS são muito superiores ao pagamento do IPTU, para a maioria das pessoas. Logo, os contribuites terão quase garantido o ‘desconto’ de 50% no IPTU e, ainda, têm a oportunidade de ‘ganhos’ vendendo seus créditos adicionais na bolsa criada pelos ‘gênios da informática’. Isso é uso inteligente de ‘tecnologia aplicada’ a serviço da sociedade!
Fonte: Folha de São Paulo – Colaboração do amigo Carlos Camargo, do TRE-SC.
Sistema eletrônico vai intermediar negociação de valores que contribuintes poderão descontar a partir do ano que vem.
Com aval da prefeitura paulistana, site criado por 2 sócios ficará com uma porcentagem de até 4% do valor negociado na Bolsa.
ADRIANA MATTOS
DA REPORTAGEM LOCAL
Entrou em operação nesta semana uma nova Bolsa de negociações criada por dois amigos e jovens empreendedores de São Paulo: Antonio Mouallem e Rodrigo Monzoni, ambos com 30 anos. A chamada Bolsa de IPTU, idéia surgida em julho, durante uma conversa casual entre os dois, tem como objetivo arbitrar sobre o processo de compra e venda de créditos sobre serviços que podem ser descontados do valor do IPTU a partir de 2007.
O negócio surgiu no rastro de uma mudança implementada pela Prefeitura de São Paulo neste ano. Desde 7 de junho, empresas da área de serviços, que pagam o ISS, são obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica em cada operação realizada. A intenção é combater a sonegação. Isso era feito manualmente. Até 1º de novembro, todas as companhias do setor terão de se adaptar ao novo formato.
A questão é que, com essa mudança, a prefeitura permite que o contribuinte use a seu favor parte do valor pago em ISS pela empresa de serviço.
Por exemplo: se o salão de cabeleireiro cobra R$ 100 por um corte, a empresa tem de pagar à prefeitura 5% de ISS sobre o valor, ou seja, R$ 5. O cliente pede a nota ao salão em seu nome, informando o CPF. Dessa forma, ele passa a ser incluído no sistema da prefeitura como tendo um crédito equivalente a 30% sobre os R$ 5 de ISS pagos pela empresa. Para ter esse crédito, é preciso estar cadastrado no site da prefeitura. O crédito (de R$ 1,50) será abatido do valor do próximo IPTU a ser pago pelo cliente. O limite de desconto é de até 50% do IPTU.
A Bolsa vai mediar a negociação desse crédito no mercado -atividade considerada legal pela prefeitura, que foi consultada sobre a questão e procurada ontem pela Folha. “O cliente só precisa se cadastrar no nosso site, abrir uma conta virtual e somar créditos no ano. Quando ele quiser, pode comprar ou vender créditos, mas não pode fazer as duas operações ao mesmo tempo. Não estamos favorecendo a especulação. Queremos transparência na mediação”, diz Mouallem.
Aquele que quiser vender créditos os oferece no site por um valor “X”, e aquele que está interessado em comprá-los buscará a melhor oferta para o bolso. Quem “procura” a melhor proposta para as partes é a Bolsa, que ainda acompanhará a transferência dos valores. A vantagem do primeiro é óbvia: ele vai vender créditos (provavelmente aqueles que sobraram depois de abater do seu IPTU) e fazer caixa com isso. No caso do comprador, a aquisição se dará com deságio. Portanto, também com vantagem financeira. E poderá usar esse crédito para o desconto no IPTU normalmente, diz Monzoni.
Os donos da idéia -surgida durante palestra sobre a nova nota fiscal eletrônica- devem cobrar de 2% a 4% de taxa sobre o valor negociado na Bolsa. A cobrança será feita inicialmente do comprador. “Teremos poucos vendedores agora, e mais compradores. Depois vamos ajustar isso e cobrar das duas pontas”, diz Mouallem.
Os dois dizem se preparar para uma corrida dos concorrentes. Apontam como motivos o fato de estarem em um segmento novo, com baixo investimento (a empresa tem oito funcionários) e expectativa de retorno rápido. Eles esperam que o mercado de créditos gire R$ 120 milhões em 2007. “A vantagem é que começamos na frente”, diz Monzoni.
Coca-cola no estilo GTA
Este comercial da coca-cola imita aquele jogo onde o personagem pode transitar pela cidade fazendo coisas absurdas como roubar bolsa de velhinhas, carros, espancar mendigos… O game chama-se “GTA – Grand Theft Auto”.
Só que neste caso o personagem toma coca-cola, e é um cara legal…..
Bem feito, e criativo…..
Where the hell is Matt?
Matt é um cara de Connecticut que trabalhava em Brisbane, Austrália, e imaginava passar a vida toda fazendo e jogando jogos de videogame. Ele conseguiu fazer isso até que se tocou que poderiam existir outras coisas na vida que estivesse perdendo. Então aos 29 anos, em Fevereiro de 2003 decidiu queimar todo dinheiro que havia guardado viajando ao redor do mundo.
Durante a viagem, criou um website onde sua família e amigos pudessem saber por onde ele andava. http://www.wherethehellismatt. com
Então, um amigo sugeriu que ele dançasse em todos os lugares que estivesse e gravasse em sua câmera, para depois colocar no website. Isso se mostrou uma idéia inusitada e ele acabou ficando famoso na Internet. Tanto que uma empresa de goma-de-mascar de longa duração, a Stride, ofereceu a Matt que ele fizesse outra viagem ao redor do mundo, paga por eles.
Assim, no início de 2006, Matt iniciou sua viagem de 6 meses e percorreu 39 países, nos 7 continentes. Ele dançou um bocado.
Honda Civic
Comercial bastante criativo. Gostei.
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